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2,5 bilhões de pintinhos são mortos por ano na indústria de ovos

Compartilhe:     |  13 de novembro de 2018

De acordo com a organização alemã Deutscher Tierschutzbund, 2,5 bilhões de pintinhos são mortos por ano. Normalmente os animais são moídos ou mortos por meio de dióxido de carbono, e a prática é bastante comum na indústria de ovos. A justificativa é de que esses pintinhos também não interessam à indústria da carne porque não têm a mesma genética dos animais criados com essa finalidade.

A indústria de ovos é a mais cruel do planeta

  1. Gaiolas minúsculas
    Um dos aspectos mais cruéis e covardes da indústria de ovos é o confinamento. As galinhas vivem sua vida inteira em gaiolas minúsculas em que mal podem esticar as asas. Quem pensa que esta não é a realidade no Brasil está enganado. Mais de 95% dos ovos consumidos no Brasil vêm de galinhas confinadas exatamente assim.
  2. Pintinhos triturados vivos

    Na indústria de ovos, os pintinhos macho não têm qualquer utilidade. Eles não crescem rápido o suficiente para serem rentáveis como carne de frango. As formas de abate em massa a baixo custo incluem jogá-los vivos direto no lixo, triturá-los, ou asfixiá-los com gás – todas práticas padrão na indústria de ovos.

  3. Mutilação

    Ainda pequeninas, as pintinhas fêmea têm seus bicos cortados para evitar canibalismo, comportamento provocado pelo alto índice de estresse a que são submetidas em suas curtas vidas.
    Esse processo é extremamente doloroso. A dor é tanta que muitas mal conseguem comer por dias a fio.

  4. Nenhuma proteção prevista em leis federais


    Infelizmente, não há nenhuma lei federal que os proteja contra maus tratos. Um homem pode ser preso por bater em um cachorro, mas o consumo de carne promove toda essa violência sem que ninguém seja punido.
  5. Vidas extremamente curtas e antinaturais


    Enquanto naturalmente deveriam viver entre 10 e 12 anos, as galinhas exploradas pela indústria de ovos não duram mais que 2 anos.
  6. Total privação de necessidades biológicas e psicológicas básicas


    Galinhas poedeiras, assim como outros animais explorados para abate, são mantidas confinadas em gaiolas minúsculas onde mal conseguem se mexer, que dirá esticar as asas. Esta é a primeira vez que o planeta assiste a essa dimensão de monstruosidade, em que centenas de bilhões de animais são privados de suas necessidades biológicas e psicológicas mais básicas, como mover-se ou sociabilizar.
  7. Ossos quebrados


    Além de serem privadas de todas as suas necessidades psicológicas, a vida em espaços minúsculos, sujos e escuros faz com que seja muito comum que as galinhas sofram graves lesões como ossos fraturados, pés mutilados, problemas musculares, e muitos outros problemas de saúde. Cerca de 30% das galinhas têm ossos quebrados antes de serem abatidas.
  8. Pouco ou nenhum cuidado veterinário


    Como inúmeras investigações feitas pela Mercy For Animals já revelaram, as galinhas recebem pouco ou nenhum cuidado veterinário. Na lógica da indústria, com tantas aves vivendo em condições terríveis, esse cuidado é considerado inviável.
Enquanto o homem priorizar o lucro acima do bem estar coletivo, os animais pagarão o preço. Ajude a acabar com essa insanidade. Não financie essa indústria. Se você precisa de ajuda para abandonar o consumo de animais, baixe aqui seu Guia Vegetariano Gratuito.


Fonte: Vegazeta - Mercy for Animals



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