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A doença de Alzheimer podem ser identificados com 30 anos de antecedência

Compartilhe:     |  19 de maio de 2019

O Mal de Alzheimer, que afeta o funcionamento da memória do ser humano e altera o seu comportamento, ele pode tomar para se manifestar no indivíduo. Seu estágio inicial – luz – exibe no início da velhice. Para acelerar a identificação, os pesquisadores da Universidade Johns Hopkins, EUA, descobriu uma série de biomarcadores no organismo que possam contribuir para o diagnóstico da doença em cerca de 30 anos.

Para analisar os registros de mais de 290 pessoas – e a grande maioria tinha chances de desenvolver a doença, fazendo com que ele, em uma história da família, os cientistas foram capazes de localizar um número de alterações clínicas e biológicas, relacionadas com a doença de Alzheimer. O corpo de mudanças já começaram a ser observado, em alguns pacientes, em 1995.

No final do período de análise, constatou-se que 81 pacientes foram desenvolvidos problemas cognitivos ou de demência, e seus registros mostraram diferenças em relação aos outros participantes. Além disso, os pesquisadores também descobriram que a proteína tau – relacionados à doença de Alzheimer – teve um aumento em seus defeitos, o que leva ao desencadeamento da doença.

“Pode ser possível o uso de imagens do cérebro e da análise do líquido espinhal, para avaliar o risco de doença de Alzheimer, pelo menos, 10 anos, ou mais, antes que eles ocorram os sintomas mais comuns”, disse Laurent Younes, um dos pesquisadores do estudo, em um comunicado. Os cientistas também teve acesso a imagens de ressonância magnética (MRI), que foram transformadas em algoritmos computadorizados para descobrir alterações na anatomia do cérebro.

Outras alterações relevantes encontrados pelo grupo de pesquisadores foi uma mudança no tamanho da medial do lobo temporal, ligado às memórias. Esta informação se conecta a um artigo anterior feita pela mesma equipe. Nele, métodos computacionais, foram usados para descobrir uma ligação entre a diminuição do tecido interno do lobo temporal, e a dificuldade em as habilidades cognitivas de um ser humano.

Estas informações, combinadas, funcionam como uma série de marcadores da doença que pode ser usado no futuro para o diagnóstico da doença (mesmo em diferentes fases do seu desenvolvimento). É importante ressaltar que a pesquisa ainda está em sua fase inicial, e que a amostra é demasiado pequena para gerar resultados conclusivos. Ainda assim, as expectativas para o futuro são otimistas.

O objetivo final da pesquisa é encontrar a combinação certa de marcadores que indicam um aumento do risco de comprometimento cognitivo, e use esta ferramenta para orientar qualquer intervenção médica.



Fonte: Exame



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