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A missão possível do amor em 2019

Compartilhe:     |  31 de dezembro de 2018

Por Hiram Firmino

Como cantava John Lennon, “Então é Natal… mais um ano acabou e um novo apenas começou”.

O que nós fizemos em 2018, em nome de um mundo melhor?

De nossa parte, um tiquinho de quase nada, como se diz na Roça Grande que trazemos dentro da gente. Mas, feito em nome do amor, é sempre de grande valia.

O escritor holandês Robert Happé é um humanista que saiu pelo mundo em busca de explicações sobre o real sentido da vida: por que as pessoas se matam, deixam morrer? Qual a causa, enfim, de tanto sofrimento no mundo, seja em Mariana, seja nas montanhas do Nepal?

O que Happé descobriu, mesmo diante do estado de mundo nada amoroso no qual vivemos?

Que não existe um só povo que não seja capaz de amar. E que a nossa missão aqui na Terra é nos tornamos livres, não só de qualquer tipo de lama, mas de tudo que nos vitima.

E como?

É expressando amor, luz e amizade nas nossas relações. Sejam pessoais, sentimentais, técnicas, políticas ou profissionais. Nas palavras de Happé, todos “somos seres criadores”. E chegamos até aqui, mesmo Homo sapiens ainda terríveis e degradadores que somos, para “criarmos um mundo novo”.

É esta, unicamente esta, a missão maior do amor e da experiência humana neste planeta, sob o céu que nos encanta.



Fonte: Revista Ecológico



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