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Adoçantes: nutricionistas indicam as vantagens e desvantagens de usar o produto

Compartilhe:     |  25 de fevereiro de 2019

“Açúcar ou adoçante?”. Essa é uma pergunta comum de ouvir ao comprar algum café ou suco em lanchonetes. Usado para adocicar alimentos e bebidas sem a necessidade de utilizar açúcar, o adoçante inicialmente foi criado para suprir a necessidade de pessoas diabéticas, que precisam controlar os níveis de glicemia no sangue. Mas acabou se tornando um aliado de quem não quer engordar.

— Uma característica importante dos adoçantes é não serem absorvidos pelo organismo e não terem calorias ou calorias bem reduzidas. Sendo assim, são muito utilizados em dietas para redução de peso ou para controle de doenças — explica a nutricionista funcional Marina Seidl.

É preciso ficar atento à quantidade de adoçante a ser usado, para que ele não se torne um vilão para a saúde. Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), esse produto é seguro, mas deve ser evitado por pessoas portadoras de fenilcetonúria, doença que não metaboliza a fenilalanina (aminoácido encontrado no aspartame, um dos tipos de adoçante) no trato gastrointestinal.

— A escolha deve ser feita com cautela e considerando a composição de cada um dos produtos e as limitações de cada pessoa — aconselha a nutricionista Andrea Marim.

Sem doce

A sucralose, muito usada como adoçante, não pode ser usada no café, por exemplo, pois quando aquecida torna quimicamente instável.

— O adoçante não é um alimento imprescindível na dieta do ser humano. Ideal seria consumir os alimentos sem precisar adoçar — diz nutricionista Maria Clara Pinheiro.



Fonte: Extra - Evelin Azevedo



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