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Apenas 13% dos brasileiros consomem quantidade ideal de frutas e hortaliças

Compartilhe:     |  19 de novembro de 2020

A grande maioria dos brasileiros não consome a quantidade recomendada de frutas e hortaliças. Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), do IBGE, divulgada nesta quarta-feira (18), apenas 13% dos adultos tiveram esse consumo de maneira ideal em 2019. O levantamento também apontou que 40,3% das pessoas são “insuficientemente ativas”, ou seja, não praticaram exercício suficiente.

A pesquisa apontou ainda disparidades regionais no consumo de frutas e hortaliças: no Sudeste, maior percentual do país, são 16%. No Nordeste, o menor, 9%. A PNS considera como consumo recomendado de frutas e hortaliças a ingestão, inclusive suco, pelo menos 25 vezes por semana, com um mínimo de cinco frutas e cinco hortaliças por semana.

Os ultraprocessados, como biscoitos recheados e refrigerantes, também não são consumidos pela maioria. A PNS apontou que 14,3% das pessoas de 18 anos ou mais disseram consumir cinco ou mais grupos destes aprodutos no dia anterior à entrevista. As que moram em áreas rurais registram o menor percentual, com 7,4%, enquanto os residentes das áreas urbanas, 15,4%.

O levantamento mostrou também que o feijão está, de fato, na mesa do brasileiro. Segundo o trabalho, 68,3% das pessoas consomem o alimento cinco dias ou mais por semana.

Saúde ‘boa’ e pouco exercício

Com relação às atividades físicas, 40,3% dos adultos foram classificados como “insuficientemente ativos”. Isso significa que estas pessoas não praticaram atividade física ou o fizeram por menos do que 150 minutos por semana, considerando os três domínios analisados pela pesquisa: lazer, trabalho e deslocamento para o trabalho.

Por lazer, o levantamento considera “tempo livre”. Neste aspecto, houve um aumento em relação a 2013, mas ainda não chega à metade da população. Apenas 30,1% das pessoas com 18 anos ou mais praticaram o nível recomendado de atividade física no lazer. Em 2013 eram 22,7%.

Em 2019, havia no Brasil 159,1 milhões de pessoas com 18 anos ou mais. Destas, segundo a PNS, 66,1% autoavaliaram sua saúde como “boa” ou “muito boa” – o que se assemelha ao percentual de 2013, que foi de 66,2%. Já 28,1% avaliaram, em 2019, seu estado de saúde como regular, e 5,8%, como ruim ou muito ruim.



Fonte: Extra



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