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Aplicativo para sistema Android traz os nutrientes de 3.500 alimentos

Compartilhe:     |  12 de setembro de 2019

Centro de Pesquisa em Alimentos (FoRC) lançou um aplicativo para sistemas Android com a sétima versão da Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (TBCA). Ampliada e com novos recursos de busca, a TBCA traz a composição química e o valor energético de cerca de 3.500 alimentos (1.600 a mais que a versão anterior), incluindo crus e cozidos, produtos manufaturados e pratos compostos. Só de receitas, são quase 2.100 itens.

O FoRC é um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) da FAPESP sediado na Universidade de São Paulo (USP).

O app da TBCA está disponível na loja de aplicativo Play Store nos sistemas Android. Por meio dele, o usuário terá acesso à composição centesimal (umidade, proteínas, lipídios, carboidratos, cinzas e energia) e às vitaminas A e C, cálcio, ferro e sódio de cada alimento.

O sistema de busca da nova versão da tabela foi modificado para facilitar o trabalho de nutricionistas e pesquisadores. O usuário pode fazer buscas por alimento, grupo ou tipo de alimento. Também é possível buscar pelo componente, associado ao grupo e tipo de alimento que interessa ao usuário. Por exemplo, ao selecionar “colesterol” (componente), “peixes e frutos do mar” (grupo de alimentos) e “in natura” (tipo de alimento), aparecem todos os peixes e frutos do mar crus com este componente, ordenados de forma decrescente ou crescente conforme a quantidade de colesterol.

A TBCA tem o objetivo de auxiliar profissionais de nutrição na montagem de cardápios e dietas personalizadas, além de ajudar a comunidade em geral a atingir a meta de uma alimentação saudável. A TBCA foi primeira tabela de composição de alimentos on-line da América Latina e foi ao ar em 1998.

O projeto, abarcado pelo FoRC em 2013, está sob a coordenação dos professores Franco Lajolo e Elizabete Wenzel de Menezes, ambos integrantes do FoRC e docentes da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP.

* Com informações da Assessoria de Comunicação do FoRC.



Fonte: Agência FAPESP



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