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Arqueólogos revelam quais eram os hábitos de mulher que viveu há 2,2 mil anos

Compartilhe:     |  4 de agosto de 2019

Enquanto trabalhavam na construção de uma escola na cidade suíça de Zurique, em 2017, funcionários encontraram um esqueleto que está auxiliando os pesquisadores a fornecerem maiores informações sobre o passado local.

Após dois anos de análises, arqueólogos concluíram que os restos mortais pertenciam a uma mulher que fazia parte da elite e teve um enterro de luxo: o seu caixão era feito de um tronco de árvore oco e foi enfeitado com pedaços de vidro coloridos, braceletes de bronze, um casaco de pele de ovelha, além de outros itens.

A pesquisa realizada pelo Escritório de Desenvolvimento Urbano de Zurique também revelou que a mulher tinha cerca de 40 anos de idade quando morreu. Ao investigar os ossos para encontrar rastros de elementos químicos que indicariam seus hábitos alimentares, os cientistas afirmaram que sua dieta era rica em amido e açúcares. A análise dos restos mortais indicou que ela realizou poucos esforços físicos durante a sua vida, reforçando a tese de que a mulher fazia parte da elite.

Há 2 mil anos, os povos celtas dominavam a região onde atualmente está localizado o território suíço. Eles se organizavam em tribos e espalharam seus hábitos culturais por diferentes áreas da Europa Ocidental: com a ascensão dos romanos, os celtas sucumbiram às conquistas militares lideradas pelos comandantes militares do Império ascendente.



Fonte: Revista Galileu



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