Crônicas e Poesias

Ave de rapina

Compartilhe:     |  6 de agosto de 2016

 

 

 

 

 

Cascatas,
caiam em turbilhão.
Não nado sob as águas,
nem voo sobre o chão,
mas o amor que me sobrevoa,
busca pouso no meu viver a toa.
Voar ainda não sei…
gosto de sentir a brisa
do bater que suas asas realiza,
meu cabelo esvoaça,
meus colo se alarga,
meu ritmo se apressa,
meu coração dilata,
e o amor que me invade,
não me deixa,
nem me mata!
Que caiam as águas,
corram os rios,
soprem os ventos,
o meu amor sempre me alcança,
pousa em meu anseio louco,
como música líquida,
como passo ensaiado de dança!

ROSE LIRA



Fonte: Espaço Ecológico



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