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“Baratinha” robótica super-resistente pode salvar vidas, dizem estudos

Compartilhe:     |  7 de agosto de 2019

Uma equipe da Universidade de Berkeley, nos Estados Unidos, desenvolveu uma “baratinha” robótica resistente que pode salvar vidas. Por seu pequeno tamanho, a tecnologia pode ser vantajosa em missões de busca e salvamento, alcançando locais obstruídos e encontrando vítimas.

“Por exemplo, se um terremoto acontece, é muito difícil para as grandes máquinas, ou os grandes cães, encontrarem vida debaixo de detritos, e é por isso que precisamos de um robô pequeno, ágil e robusto”, disse Yichuan Wu, um dos autores da pesquisa.

O robô, que tem aproximadamente o tamanho de um selo postal, é feito de uma folha fina de um material chamado fluoreto de polivinilideno, ou PVDF. Segundo os especialistas, esse tipo de material é único, pois ele expande ou contrai de acordo com a corrente elétrica aplicada.

A “baratinha” tem uma velocidade notável para tecnologias do tipo: 20 comprimentos de corpo por segundo — índice comparável à de uma barata de verdade. O dispositivo pode passar por tubos, subir pequenas encostas e transportar pequenas cargas, como um amendoim, por exemplo.

“A maioria dos robôs nessa pequena escala particular é muito frágil. Se pisa neles, você praticamente destrói o robô”, explicou Liwei Lin, autor do estudo, em comunicado. “Descobrimos que, se colocamos peso em nosso robô, ainda funciona mais ou menos.” A tecnologia pesa menos de um décimo de grama e pode suportar uma pressão de cerca de 60 kg — aproximadamente 1 milhão de vezes seu próprio peso.



Fonte: Revista Galileu



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