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Brasil está preparado para acompanhar as inovações em energia que vêm ocorrendo globalmente?

Compartilhe:     |  30 de janeiro de 2021

Reportagem da MIT Sloan Review Brasil aborda o ritmo de inovação mundial do setor em direção à energia confiável, acessível e à otimização do consumo

O setor de energia mundial passa por momento de grande transformação. A modernização, por meio de diversos marcos regulatórios, tem ocorrido por meio de inovação tecnológica e empreendedorismo. Observam-se tanto rupturas em modelos de negócio como o surgimento de novos atores, que sofisticam e trazem benefícios relevantes a problemas reais ainda não explorados, segundo reportagem exclusiva publicada na nova edição da revista MIT Sloan Review Brasil e assinada por Carlos de Mathias Martins, Maria Alice Frontini e Ricardo Sparta.

Alguns desafios do setor são comuns aos mercados globais, com diferenças nos modelos regulatórios e na maturidade da adoção das inovações. Em 2020, o MIT Energy Institute (Mitei), durante sua conferência anual, destacou alguns desses desafios: energia confiável e acessível, acesso universal, otimização do consumo com redução do estresse na rede, geração centralizada versus distribuída, energias limpas, entre outros.

De acordo com a publicação, sob a ótica da gestão, as principais preocupações do C-level das empresas em relação à energia estão em:

– Não expandir investimentos para mais gastos com energia; ao contrário, investir para obter receitas com geração distribuída e respectiva venda do excedente no mercado livre.

– Mitigar riscos por meio de produtos financeiros de hegding da energia e de otimização da conta energética mediante negociações no mercado secundário.

– Adotar energias limpas e renováveis para menor impacto ambiental e, consequente, evolução da governança socioambiental.

Já sob a ótica tecnológica, a conferência indicou opções maduras que trazem oportunidades para resolver os problemas atuais em direção à transformação futura. Considerando que o setor energético é um dos mais intensivos na geração de dados e também é o mais assimétrico informacionalmente para o consumidor, muitos dos desafios podem ser superados com internet das coisas, analytics e inteligência artificial.

A equipe de reportagem ainda apurou as várias tecnologias ainda em fase de pesquisa e desenvolvimento (P&D). Quando elas forem comercialmente viáveis, trarão ainda mais disruptura ao setor. Um rápido olhar às pesquisas premiadas em 2020 pelo fundo de capital semente do Mitei revela a concentração de pesquisas em novos materiais e estruturas químicas para baterias, bem como para a redução da emissão de CO2, além de soluções para catástrofes ambientais.

O Brasil, pioneiro no etanol e dono de uma das matrizes energéticas mais limpas do mundo com suas hidrelétricas, está se posicionando como? No século 21, depois do que vimos acontecer na construção da hidrelétrica dos rios amazônicos e, a usina de Belo Monte, e, mais recentemente, no Amapá, com o apagão, fica a dúvida: nosso País está conseguindo acompanhar o mundo no setor?

Para responder à pergunta acima, a revista mapeou essa indústria no País e descobriu movimentos importantes em três frentes – novas tecnologias para enfrentar os desafios destacados, novos modelos de negócio e novas políticas públicas.

A reportagem completa está na nova edição da MIT Sloan Review Brasil, que pode ser adquirida pelo site: www.mitsloanreview.com.br/edicoes.

Sobre a MIT Sloan Review Brasil:

Fundada pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), a revista MIT Sloan Review Brasil desembarcou no Brasil em 2019. De lá para cá, se tornou a publicação de referência em português sobre o futuro da gestão, do trabalho e dos negócios moldado pelas disrupções digitais, apontando desafios e soluções para os líderes frente à 4ª Revolução Industrial. É produzida por uma equipe editorial com mais de 25 anos de experiência em gestão e inovação e por um conselho editorial de gigantes da transformação estratégica e da inovação tecnológica do País. A MIT Sloan Review Brasil vai muito além da revista, pois oferece um ecossistema de conteúdo para refletir e debater a construção do futuro que precisa acontecer hoje. A publicação impressa trimestral é complementada por uma plataforma digital 24X7, com conteúdo expandido (vídeos, podcastse-books, fóruns e estudos sob medida), além de uma grade de eventos de imersão, como a revista ao vivo Frontiers, fazendo a ponte entre os executivos brasileiros e a revolução digital.

Imagem de destaque: Imagem de Gerd Altmann por Pixabay 



Fonte: Envolverde



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