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Brasil reduz pastagens, mas rebanho e produtividade crescem, diz entidade

Compartilhe:     |  26 de junho de 2014

Mesmo com a redução da área de pastagem, os criadores brasileiros conseguiram aumentar a produtividade e o rebanho bovino do país. A informação é da gestora do Departamento de Economia da Federação de Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul), Adriana Mascarenhas.

Segundo Adriana, em uma década, entre 1996 e 2006, a área de pastagens foi reduzida em 10,7% no país e, em contrapartida, o rebanho brasileiro cresceu 12,1% , enquanto que o número de animais por hectare passou de 0,86 para 1,8 em média.

Na avaliação do presidente da Famasul, Eduardo Riedel, os  números do desempenho estadual comprovam a eficiência do trabalho do pecuarista brasileiro. “O resultado é a prova de que produtor rural investe em tecnologia constantemente, por intermédio do melhoramento genético e do cuidado nutricional e sanitário dos bovinos e está também preocupado com a qualidade da carne”, destaca.

De acordo com a Famasul, a pecuária de corte é uma das principais cadeias produtivas da economia de Mato Grosso do Sul. Dados do Departamento de Economia da entidade apontam que o estado é o segundo do país em abate de bovinos, com 4,1 milhões de animais  em 2013,  e possui  o quarto maior rebanho bovino do Brasil, com 21,5 milhões de cabeças. Além disso, no ranking nacional de exportação de carne bovina também ocupa a quarta posição.

Nesta quinta-feira (26), às 8h, na sede da Famasul em Campo Grande, será lançado um evento que vai discutir o panorama atual e as perspectivas da pecuária no estado, o Circuito Expocorte. O evento, que engloba um workshop com várias palestras e uma mostra de produtos e serviços, tem o objetivo de disseminar tecnologia e fomentar discussões para tornar a atividade mais produtiva e eficiente.



Fonte: Agrodebate



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