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Carrefour transforma as sobras de alimentos em composto orgânico de sua operação

Compartilhe:     |  26 de julho de 2020

A fim de reduzir o desperdício de alimentos e destiná-los de uma forma que não agrida o meio ambiente, os resíduos alimentares passarão a ser recolhidos nas 48 lojas da rede Carrefour do Brasil para se tornar composto orgânico.

A iniciativa visa fazer mensalmente a compostagem de 350 a 400 toneladas de frutas, legumes, verduras, ovos e ainda sobras da peixaria e da padaria. A matéria orgânica será comercializada em pacotes de cinco quilos de Terra Vegetal, em quase todas as unidades da rede, exceto nos estados de Ceará e Amazonas.

Entre o recolhimento dos alimentos, o processo de compostagem e a embalagem da terra são considerados cerca de 120 dias. Este primeiro ciclo já resultou em 80 mil unidades de terra, conforme explica Lucio Vicente, head de Sustentabilidade do Grupo Carrefour Brasil.

Ele explica que a compostagem é a última etapa do processo de economia circular, que visa evitar o desperdícios. “Alimentos próximos do vencimento são vendidos com até 50% de desconto nas gôndolas. Se não houver o consumo, são destinados primeiro a banco de alimentos, em seguida a empresas que produzem alimentação animal e, por último, a compostagem”,

Quarentena

Sem quantificar as vendas já realizadas, Vicente afirma que o produto já tem tido uma boa aceitabilidade pelo consumidor. Isso é justificado, segundo ele, porque o público está mais interessado em ter contato com a natureza, cultivando flores, plantas e hortas em casa.

Ainda que o desenvolvimento do novo produto tenha sido feito antes do período de isolamento social, decorrente da pandemia do novo coronavírus, Vicente admite que este momento, quando as pessoas estão mais afastadas e trabalhando em casa, pode incentivar as vendas da Terra Vegetal.

“A gente acredita que a migração do trabalho para casa pode potencializar as vendas, mas não foi o principal fator de lançamento. Porém, faz total sentido ter esse apelo no momento em que as pessoas estão com olhar mais sensível para questões ambientais”, admite.



Fonte: Celeiro do Brasil



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