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Circo alemão troca animais reais por hologramas e evita crueldade nas atrações

Compartilhe:     |  9 de junho de 2019

Inglaterra, Grécia e Itália são alguns dos países europeus que já proibiram o uso de animais selvagens como entretenimento em circos. Em 2016, o site de viagens TripAdvisor anunciou o fim da venda de ingressos para atrações cruéis com animais, o que inclui passeios oferecidos em diversos países. Seja pelas leis, pelo apelo do público ou devido ao bom senso, algumas empresas estão repensando os modelos de negócio que lucram com a crueldade animal. Uma solução interessante foi apresentada por um circo alemão que está usando imagens holográficas em 3D de animais.

As imagens projetadas substituem o uso de espécies verdadeiras. Há cavalos, elefantes e até um peixinho dourado. Afinal, se tem um lugar que se pode dar asas à imaginação, este lugar certamente é o circo. Além do aparato tecnológico, a magia é garantida nas apresentações com palhaços e trapezistas.

Fundado em 1976, o circo Roncalli investiu quase dois milhões de reais em tecnologia para tornar o mundo de fantasias possível.

Santuário de elefantes no Brasil

Uma organização sem fins lucrativos criou o primeiro Santuário de Elefantes da América Latina, há cerca de três anos, na Chapada dos Guimarães, Mato Grosso. Os animais são resgatados de situações de risco, como zoológicos e circos. Numa área de 1,1 mil hectares, eles são cuidados por profissionais habilitados para que possam se recuperar física e emocionalmente.



Fonte: CicloVivo



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