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Com 7.340 km² destruídos, desmatamento no Cerrado aumenta 13% este ano

Compartilhe:     |  1 de janeiro de 2021

Os estados que registraram maior desmate no bioma foram o Maranhão (1.836,14 km²), o  Tocantins (1.565,88 km²) e a Bahia (919,17 km²)

O desmatamento no Cerrado aumentou 13% entre agosto de 2019 e julho de 2020 em comparação com o período anterior. No total, 7.340 km² de vegetação nativa foram destruídos, o equivalente a quase cinco vezes o tamanho da cidade de São Paulo.

O desmate registrado no período é o maior desde 2015, quando 11 mil km² foram destruídos no bioma. Os dados alarmantes pertencem ao projeto Prodes Cerrado, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que monitora o Cerrado desde 2001.

Os estados que registraram maior desmate no bioma foram o Maranhão (1.836,14 km²), o  Tocantins (1.565,88 km²) e a Bahia (919,17 km²).

O aumento do desmatamento na região durante a gestão do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) se deve principalmente ao avanço da agropecuária, que desmata áreas para criar bois e para plantar grãos destinados à alimentação desses animais.

O Cerrado, no entanto, não é o único bioma que sofre com o desmate. Na Amazônia, uma alta de 9,5% foi registrada, a maior desde 2008. Entre agosto de 2019 e julho de 2020, 11.088 km² foram desmatados. O Pantanal também tem sido castigado. Neste ano, estima-se que aproximadamente 29% do bioma foi destruído pelas queimadas, que também mataram milhões de animais.



Fonte: Anda



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