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Cooperativa de lixo eletrônico opera com 30% de sua capacidade por falta de resíduos

Compartilhe:     |  16 de junho de 2015

Especializada em reciclagem de e-lixo (lixo eletrônico), a Coopermiti promove recuperação, reutilização, reciclagem e comercialização de Resíduos de Equipamentos Eletroeletrônicos (REEE). Mas, opera abaixo de sua capacidade ante a falta de resíduos eletrônicos.

A cooperativa, que desmonta aparelhos como computador, mouse, teclado, notebook, impressora e celular, sabe que não faltam resíduos eletrônicos na capital paulista. O que falta é conscientizar a população sobre a importância de fazer a destinação correta de tais materiais. Para reverter esta situação, ela se uniu a rede varejista de eletroeletrônicos Fast Shop e a TerraCycle criando o programa “De Volta ao Ciclo”.

Lançado em 2013, o programa é responsável por encaminhar mais de cinco toneladas de aparelhos eletrônicos. A rede é a primeira empresa privada a abraçar o trabalho da cooperativa e idealizou a campanha com o objetivo de aumentar as captações da Coopermiti, que opera com apenas 30% de seu potencial por falta de resíduos. O baixo índice contrasta com o estudo do Programa da ONU para o Meio Ambiente (Pnuma), que aponta o Brasil como o país emergente que gera o maior volume anual de lixo eletrônico per capita.

Para ter a garantia que o resíduo eletrônico será encaminhado para o local certo, basta levá-los para qualquer loja da rede Fast Shop no estado de São Paulo. São aceitos: HD´s, teclados, mouses, desktops, monitores CRT, monitores LCD, notebooks e netbooks. A lista com os endereços das lojas participantes pode ser consultada aqui.



Fonte: CicloVivo



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