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Custo de tratamento de sementes com terra diatomácea é menor

Compartilhe:     |  17 de novembro de 2019

O início de safra é sempre um momento de expectativa. E entre as escolhas que o produtor tem que fazer está a da semente que será usada.

Muitos agricultores usam as sementes oferecidas pela Coordenadoria de Desenvolvimento Rural Sustentável. Elas recebem um tratamento com produto natural: a terra diatomácea, que é o pó de uma rocha formada por algas marinhas.

O engenheiro agrônomo Márcio Luiz Mondini explica que, quando o inseto anda sobre a semente tratada, a terra diatomácea adere e retira a umidade que o inseto tem. Com isso, vai deixar de se reproduzir e se alimentar, morrendo dentro de quatro dias.

Antes de serem plantadas, as sementes precisam de proteção para evitar o ataque de pragas. A mais conhecida é popularmente chamada de caruncho, um inseto minúsculo que estraga os grãos. Eles ficam furados e não germinam.

Márcio explica que o custo para tratar quimicamente uma tonelada de semente é de R$ 30, o que deve ser repetido a cada três meses. Com o uso da terra diatomácea, o custo é de apenas 1/3 do valor, além de ser um tratamento definitivo.

Custo de tratamento de sementes com terra diatomácea é menor — Foto: Reprodução/TV TEM

Custo de tratamento de sementes com terra diatomácea é menor — Foto: Reprodução/TV TEM

Em Avaré (SP), em uma unidade de beneficiamento, os melhores grãos são selecionados antes de serem encaminhados aos agricultores. Depois dessa etapa, a terra diatomácea é misturada às sementes. Toneladas do produto ficam armazenadas em um barracão.

Parte das sementes vai para a alimentação animal, mas o maior volume é destinado ao plantio de novos milharais.



Fonte: Nosso Campo - TV TEM



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