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Dados da FAO mostram que emissões caíram de 3,9 a 2,9 gigatoneladas de CO2 por ano

Compartilhe:     |  4 de abril de 2015

As emissões de dióxido de carbono (CO2) nas florestas diminuíram mais de 25% entre 2001 e 2015, segundo números divulgados pela FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação). Isso se deve à desaceleração no grau de desmatamento mundial. O relatório mostra que a destruição de florestas foi reduzida de forma significativa em países como Brasil, Chile, China, Filipinas, Coreia do Sul, Turquia e Vietnã.

As emissões caíram nesse período de 3,9 para 2,9 gigatoneladas de CO2 por ano. Vale lembrar que o desmatamento e a degradação das florestas aumentam a concentração de gases do efeito estufa na atmosfera, enquanto o crescimento da massa florestal absorve o CO2. Segundo a FAO, as florestas ocupam um terço da superfície terrestre e proporcionam meios de subsistência para 2,4 bilhões de pessoas. Não tem como negar a importância delas para o futuro do planeta.

Ainda segundo o documento, os países desenvolvidos seguem sendo o principal sumidouro de carbono, com uma parcela de 60%, contra 40% restante dos países em desenvolvimento. Por regiões, África, Ásia, América Latina e o Caribe continuaram emitindo mais carbono do que o absorvido, embora sua porcentagem de emissões tenha caído desde 1990, principalmente pela atuação do Brasil nessa área.

Na Europa e na América do Norte as florestas funcionaram nesse período como sumidouro de carbono líquido, ao absorverem mais carbono do que emitiram.



Fonte: Bayer Jovens



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