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De baterias a detectores de poluição do ar, pesquisadores do MIT expandem o uso para os vegetais no futuro

Compartilhe:     |  25 de junho de 2014

A produção de alimentos e a fotossíntese, processo que renova o oxigênio do planeta, já bastariam para ressaltar a importância das plantas para a humanidade e o planeta. Mas descobertas recentes expandiram as aplicações dos vegetais. No futuro, será possível que árvores ou mesmo plantas menores sejam usadas como baterias, sensores de poluição e antenas, entre outros usos.

As reações químicas que ocorrem nas plantas têm utilidades ainda inexploradas. É possível criar toda uma nova geração de aparelhos verdes. “Na natureza, as plantas funcionam como indústrias em pequena escala e não poluentes. O que estamos fazendo é explorar este potencial”, diz o professor de engenharia química Michael Strano, responsável por um projeto do MIT que modificou pés de Arabidopsis thaliana, uma herbácea da família da mostarda, para funcionar como uma bateria viva.

Strano e outro pesquisador do MIT envolvido na pesquisa, Juan Pablo Giraldo, vislumbram um futuro não muito distante em que plantas, incorporando circuitos eletrônicos, não apenas produzirão energia, mas também servirão como detectores de explosivos, pesticidas, poluição e até de armas químicas. “O potencial é infinito.”

 

UM RÁDIO MOVIDO A MUSGO

 

Bioquímicos da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, desenvolveram uma mesa que tira energia de musgos para fazer funcionar um aparelho de rádio. Com design da suíça Fabienne Felder, a Moss FM usa musgos por não precisarem de luz solar direta. A espécie escolhida, Physcomitrella patens, é resistente a condições extremas de temperatura e umidade. Veja como a mesa funciona.

 (Foto: Divulgação)
 (Foto: Divulgação)

 



Fonte: Revista Galileu



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