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De cara limpa: espinhas e cravos devem ser tratadas com cuidado

Compartilhe:     |  13 de junho de 2018

Ela aparece, muitas vezes, em regiões indesejadas no rosto, por exemplo , gera dor, mancha, inchaço e ainda enfeia a aparência. Popularmente chamada de espinha ou cravo, vamos falar hoje da acne. Trata-se de uma doença inflamatória muito frequente na fase da adolescência, mas que também afeta os adultos, principalmente as mulheres. Do surgimento ao desaparecimento, a acne mexe na autoestima e pode em alguns casos levar à depressão.

Na puberdade, a produção de hormônios sexuais é a principal responsável pelas alterações das características da pele, bem como pelo surgimento da acne. O fato é que em qualquer fase da vida ninguém gosta de conviver com aquela espinha indesejável. As mulheres, menos ainda. Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia do Rio de Janeiro (SBD-RJ), 50% das mulheres com idade entre 21 e 30 anos têm acne. E uma em cada quatro com idade entre 31 e 40 anos também sofre com as espinhas. Na fase adulta, a acne aparece mais na parte inferior do rosto queixo, mandíbula e pescoço, com cravos pouco visíveis.

Qualquer mulher pode desenvolver esse quadro inflamatório. No entanto, existem alguns fatores de risco, como a Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP), o hiperandrogenismo (excesso de hormônios), a obesidade, o diabetes, anticoncepcionais hormonais e a exposição à poluição ambiental, entre outros. Antes de traçar o tratamento adequado, é importante entender se há alguma doença endócrina associada ao aparecimento da acne. Em caso positivo, ela deve ser tratada prioritariamente. O tratamento pode ser feito com sabonetes específicos e dermocosméticos. Há casos em que são indicados procedimentos como peelings e lasers, que funcionam como complemento ao tratamento. Casos mais graves podem ser tratados com antibióticos. O importante é que seja na fase da adolescência ou na fase adulta. O paciente deve procurar atendimento com o médico dermatologista, que é o profissional indicado para fechar o diagnóstico e direcionar a melhor terapia. O ideal é não espremer as lesões, para não provocar infecção ou cicatrizes.



Fonte: O Dia



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