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Descubra quais são os limites de tolerância com ruídos, segundo o Ministério da Saúde

Compartilhe:     |  14 de setembro de 2014

Grandes cidades e barulhos irritantes estão se tornando sinônimos. A poluição sonora que enfrentamos diariamente já ocupa o terceiro posto entre as poluições encontradas no meio ambiente. Só perdendo para a da água e do ar, segundo relatórios da OMS. Assim como os dois primeiros lugares, sons desarmoniosos e altos afetam diretamente a qualidade de vida das pessoas.

Para se ter uma idéia do prejuízo que a poluição sonora traz ao organismo, “é só pensar em ondas sonoras como ondas do mar, e o ouvido, o órgão mais sensível do corpo, como um paredão na praia. Então, quanto mais alto o som, maior a intensidade da onda do mar batendo na parede. Daí, a gente lembra aquela velha história ‘água mole em pedra dura tanto bate até que fura’”, brinca o otorrinolaringologista Luciano Rodrigues Neves, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). 

As queixas mais freqüentes de pacientes que procuram o médico são a dificuldade em se comunicar, pois não escutam bem; a necessidade de aumentar com freqüência o som da televisão ou do rádio; de sentir diferença entre um ouvido e outro; e de zumbidos no ouvido. “O problema éque as pessoas só vão procurar um especialista quando já aconteceram perdas importantes que, na maioria das vezes, são irreversíveis”, lamenta o médico.

Tolerância (quase) zero

O Ministério da Saúde tem normas claras sobre os limites de tolerância com ruídos para evitar a Pair (perda auditiva induzida por ruído) no trabalho. Para se ter uma ideia de qual é a medida que estamos expostos diariamente, confira o quadro abaixo: 

(Fonte: Ministério do Trabalho)



Fonte: Revista VivaSaúde



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