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Do campo para mesa: plataforma integra produtores e consumidores

Compartilhe:     |  6 de outubro de 2020

De onde vêm os alimentos que você consome? Até a chegada à mesa, as etapas de produção, processamento, comercialização e preparo das refeições podem trazer impactos significativos para uma alimentação saudável e para o meio ambiente.

Para promover a integração de sistemas agroalimentares locais da Serra da Mantiqueira e do Vale do Rio Paraíba desde as primeiras etapas produtivas até a chegada aos consumidores dessas regiões, a a Silo – Arte e Latitude Rural lançou o programa CaipiraTech Lab.

Foto: Divulgação | CaipiraTech

Com apoio do Instituto Ibirapitanga, o programa tem como objetivo garantir a manutenção da produção e da distribuição dos alimentos.

Comunidades tradicionais

O Caipira Tech Lab privilegia comunidades tradicionais de agricultores e prestadores de serviço das áreas rurais nas divisas entre Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais.

Foto: Divulgação | CaipiraTech

A plataforma CaipiraTech vai estar disponível para os consumidores no início de 2021, com a venda de alimentos. Para atender à demanda, os produtores vão receber instruções de logística e consultoria para incentivar vendas e formar uma rede de corresponsabilidade.

Para incentivar a troca de conhecimentos e compartilhar histórias de vida e práticas cotidianas entre os participantes, o programa oferece minicursos sobre Gestão, Finanças e Comunicação para 15 pequenos produtores, de 20 de setembro a 8 de outubro.

Circuito curto

“Estar consciente disso significa valorizar a cultura e a economia local e fomentar a produção, comprando alimentos dentro do que se denomina circuito curto. O mapeamento e a campanha de comunicação que realizamos colabora para que se possa conhecer e reconhecer quem produz”, destacou Cinthia Mendonça, diretora e fundadora da Silo – Arte e Latitude Rural.

Foto: Divulgação | CaipiraTech

Formas de organização participativas, orientadas pela agroecologia, contribuem para a democratização do acesso a alimentos sem agrotóxicos, a redução do consumo de ultraprocessados e a criação de circuitos locais de distribuição e de instrumentos alternativos de regulação política e institucional. Pode alterar os fluxos de distribuição de riqueza e prevenir a degradação das culturas alimentares locais.



Fonte: CicloVivo



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