Projetos Ambientais

Doutores das Águas

Compartilhe:     |  20 de junho de 2015

Projeto atende cerca de 2 mil moradores de comunidades ribeirinhas

Francisco Leão é médico e um dos criadores do projeto, que acontece anualmente (Foto: Globo)
Francisco Leão é médico e um dos criadores do projeto (Foto: Globo)

Uma vez por ano, profissionais da saúde de todas as regiões do país deixam o conforto do lar para ir, de barco, oferecer atendimento aos moradores de 22 comunidades à beira dos rios da Amazônia. Esse é o objetivo do projeto Doutores das Águas, que o Como Será? acompanhou durante 17 dias. O jornalista Rogério Coutinho mostra o trabalho dos médicos nas comunidades Remanso e Cachoeirinha.

Confira fotos da viagem dos Doutores das Águas

A ONG Doutores das Águas foi criada em 2011 por profissionais de saúde e pescadores esportivos que identificaram uma carência de serviços médicos e odontológicos básicos na região da Bacia Amazônica. No início, o projeto atendia 800 pessoas, mas hoje eles possuem um barco ambulatório e alcançam cerca de 2 mil moradores.

Além da tripulação, médicos, farmacêuticos, dentistas e advogados compõe a primeira parte da viagem. A primeira parada é na comunidade Remanso, onde cerca de 200 pessoas vivem às margens do Rio Negro. Os atendimentos são feitos por médicos, clínicos gerais e pediatras. É o que conta Francisco Leão, um dos fundadores da ONG.

— O projeto faz em média 1,5 mil atendimentos por edição. Mas as mesmas famílias foram vistas cinco vezes, porque a gente volta sempre para as mesmas populações. O que a gente quer é ter um seguimento, ao longo do tempo, da melhoria da qualidade de vida dessas populações — explica o médico.

A maioria dos pacientes tem sintomas de verminoses, doenças de pele por conta da umidade, e casos de desnutrição. A cada edição, o cadastro dos moradores, que traz desde dados ligados à saúde até a quantidade de integrantes das famílias, é atualizado.

O Doutores das Águas também tem como objetivo levar informação às comunidades sobre temas como a prevenção de doenças e questões ligadas à sexualidade. Um dos avanços do projeto pode ser percebido no sorriso das crianças, que têm tido cada vez menos cáries, o que leva a menos extrações.

Fonte: Rede Globo – Como Será?



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