Evite o Desperdício

Fazenda do futuro produz alimentos livres de agrotóxicos e evita desperdícios

Compartilhe:     |  28 de setembro de 2019

A ideia da startup é evitar o desperdício, que chega a 35% depois da colheita no país. Eles implantaram o conceito “da fazenda para a mesa”, em que o cultivo é feito perto do consumidor final.

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Consegue imaginar uma fazenda no meio de um centro urbano como São Paulo? Difícil pensar em como isso seria possível, mas o empresário Matheus Delalibera e mais dois sócios transformaram a ideia em realidade.

Pensando nos problemas que os agricultores enfrentam, como alterações no clima, eles construíram um ambiente totalmente controlado, que é chamado de fazenda urbana vertical.

“Aqui a gente consegue trazer um produto sempre com a mesma qualidade e sempre com a mesma padronização, independente da época do ano. Com níveis empilhados a gente tem uma produtividade bem maior em relação a mesma área no cultivo tradicional”, explica Matheus sobre a fazenda vertical.

A ideia da startup dos sócios é evitar o desperdício, que chega a 35% depois da colheita no país. Eles implantaram o conceito “da fazenda para a mesa”, em que o cultivo é feito perto do consumidor final.

“A gente consegue diminuir essas etapas de transporte, movimentação. Nós fazemos todo o processamento da planta que a gente colhe”, diz Matheus sobre os processos do local.

O sistema de produção é hidropônico e possui iluminação projetada de acordo com a necessidade das plantas – assim como a temperatura do galpão, que é climatizada. O ambiente é todo controlado e por isso não existe também a necessidade de aplicação de agrotóxicos.

As verduras são germinadas no próprio galpão em um ambiente sem iluminação. O processo simula as condições de uma semente sob a terra. Quando viram brotos, elas são levadas para outra sala, que é banhada por uma luz rosa emitida por lâmpadas de LED. Os produtos são higienizados e embalados quando estão no ponto da colheita.

“Ela sai pronta para consumo. Ela não precisa ser lavada, ela tem um tempo de prateleira maior do que a gente encontra normalmente. Tudo para manter a qualidade que a gente agrega aqui dentro da nossa produção”, explica Matheus.

A startup também possui uma outra linha de produtos, os chamados microgreens, que é uma planta em estágio inicial de crescimento.

“Essa é a planta no estágio inicial dela de crescimento. A gente interrompe o crescimento entre 7 e 10 dias em que ela tem uma concentração nutricional muito mais alta do que a planta.”, explica o empresário.

Agritechs como a startup do Matheus fazem parte de um setor que captou cerca de R$ 65 bilhões em investimento no mundo em 2018. As vendas da empresa começaram em junho. A projeção do empresário é de que o faturamento alcance os R$ 100 mil por mês e eles já possuem planos para abrir novas fazendas do futuro.

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Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios - Juliana Munaro



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