Notícias

Filhote de girafa nasce em parque de SC com 1,80 metro e 70 quilos

Compartilhe:     |  22 de abril de 2021

Segundo bióloga, Anaya é filha de Catarina e Aduke, ambos moradores de parque em Penha.

Um parque de diversões de Penha, no Litoral Norte de Santa Catarina, anunciou na última segunda-feira (19) o nascimento de um filhote de girafa dentro do zoológico. Chamada de Anaya, a bebê nasceu em 2 de abril com 1,80 metro e cerca de 70 quilos.

Girafa nasceu no início de abril em Penha, no Litoral de SC — Foto: Luiz Souza/NSC TV

Girafa nasceu no início de abril em Penha, no Litoral de SC — Foto: Luiz Souza/NSC TV

Segundo a bióloga responsável pelo local, Kátia Cassaro, a filhote é filha de Catarina e Aduke, ambos moradores no parque. Após o nascimento dela, os dois foram colocados juntos para ajudar no desenvolvimento do animal.

“Tem outras espécies, como por exemplo os felinos, que quando as mães têm os bebês a gente tem que separar o macho, porque senão é capaz de ele agredir e até causar o óbito desses filhotes. Já no caso da girafa, não. A gente separa só na hora do nascimento mesmo, para ela ter mais privacidade”, disse.

Girafa nasceu com 1,80 metro — Foto: Luiz Souza/NSC TV

Girafa nasceu com 1,80 metro — Foto: Luiz Souza/NSC TV

O parto ocorreu na madrugada de 2 de abril. No dia seguinte, quando os funcionários chegaram para trabalhar constataram a chegada da nova moradora do zoo. Segundo Kátia, o nascimento já é um teste de resistência para os bebês, pois o parto acontece com a mãe em pé ou andando.

“Ela está super saudável. É um filhote lindo. A gente está festejando muito”, comemorou.

 

Girafa nasce com 1,80 metro em parque de Penha — Foto: Luiz Souza/NSC TV

Girafa nasce com 1,80 metro em parque de Penha — Foto: Luiz Souza/NSC TV

As girafas são os mamíferos mais altos do mundo e os que têm os maiores corações também. Isso ocorre por conta da necessidade do sangue subir até o cérebro. Apesar de todo o tamanho, a coluna vertebral é bem parecida com a dos humanos, com apenas sete vértebras.

“O pescoço delas é longo, então tem que ter muita musculatura, ligamento forte para poder comportar todo esse peso do corpo dela e a movimentação que é bem lenta, explicou o veterinário João Vitor Roeder.

 

Filhote está junto da mãe e do pai em parte de SC — Foto: Luiz Souza/NSC TV

Filhote está junto da mãe e do pai em parte de SC — Foto: Luiz Souza/NSC TV



Fonte: G1



Leia também:

Projetos ambientais
Aqui você é o Reporter

Espaço Animal

Lei que proíbe piercings e tatuagens em animais é sancionada no Distrito Federal

Leia Mais