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Gênios da humanidade exaltavam a defesa dos direitos animais

Compartilhe:     |  7 de julho de 2018

Muitos gênios da humanidade foram verdadeiros defensores dos direitos animais. Quem já não ouviu essa célebre frase de Leonardo da Vinci: “chegará o dia em que os homens conhecerão o íntimo dos animais e, nesse dia, um crime contra qualquer um deles será considerado um crime contra a humanidade”?

Abraham Lincoln, disse certa vez: “não me interessa nenhuma religião cujos princípios não melhoram nem tomam em consideração as condições dos animais”. Este estadista é motivo de orgulho para a história americana.

O escritor francês, notabilizado na Literatura Universal, Victor Hugo, explica que a proteção dos animais faz parte da moral e da consciência dos povos. Com ele concordava Leon Tolstoi, escritor russo de notória importância: “maltratar animais é demonstrar covardia e ignorância”.

Outro seria o destino dos animais se os governantes refletissem sobre os dizeres de A. Humbold: “a civilização de um povo se avalia pela forma como trata seus animais”.

Governando com bases nos princípios do Budismo, Asoka, considerado o Rei dos Monarcas na Índia, demonstrou profunda paixão por todas as formas de vida. Um rei que renunciou à guerra adotou uma política de pacifismo absoluto e que decretou o fim de sacrifício de animais e a construção de hospitais para tratar os animais feridos.

Pitágoras, que além de matemático e astrônomo foi também filósofo, nos ensina que enquanto o homem continuar a ser o destruidor impiedoso de seres vivos dos planos inferiores, não conhecerá nem a saúde nem a paz. Enquanto os homens dizimarem os animais, matar-se-ão entre si. “Quem semeia a morte e a dor não pode, como efeito, colher a vida e o amor”, enfatizou.

 



Fonte: Anda - Terra



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