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Glifosato causará autismo em 50% das crianças até 2025, afirma cientista do MIT

Compartilhe:     |  13 de maio de 2015

A pesquisadora Stephanie Seneff tem publicado artigos acadêmicos há cerca de 30 anos, sendo que nos últimos ela vem se concentrando na relação entre nutrição e saúde. No final do ano passado, durante uma conferência, surpreendeu a todos os presentes afirmando que “no ritmo atual, até 2025, uma em cada duas crianças será autista”.

A afirmação tem como base suas recentes pesquisas em doenças cardiovasculares, Alzheimer e autismo. Ela estuda o impacto das deficiências nutricionais e toxinas ambientais na saúde humana. Stephanie observou que os efeitos colaterais de toxicidade do glifosato são muito semelhantes aos do autismo. Além disso, ela fez uma relação entre o uso de Roundup (nome comercial de um herbicida a base de glifosato) em plantações com o aumento das taxas de autismo.

A produção do herbicida Roundup, comercializado pela Monsanto, é, há muito tempo, causa de protestos de ambientalistas. Além dos danos ambientais, já há diversas pesquisas que relacionam o uso de glifosato a doenças nos seres humanos. A Agência Internacional para a Pesquisa do Câncer (AIPC), por exemplo, publicou um relatório confirmando que o uso deste agrotóxico é potencialmente causador de câncer, além de causar alterações na estrutura do DNA e nas estruturas cromossômicas.

O peso das palavras de Stephanie também é grande. A cientista de pesquisa sênior na Ciência da Computação e Inteligência Artificial do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) tem uma página na internet com seus trabalhos que relacionam o glifosato ao autismo, que pode ser conferida aqui. Sua fala na conferência pode ser assistida no vídeo abaixo.



Fonte: Redação CicloVivo



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