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Governo amplia a produção de frutas voltadas para o consumo direto

Compartilhe:     |  19 de junho de 2015

O programa Frutificar, criado pelo Governo do Estado para fomentar o aumento da produção de frutas no Rio de Janeiro, vem colhendo bons frutos. Nos últimos anos, o projeto ampliou o leque das frutas incentivadas e avançou para diversas regiões do Rio de Janeiro. Até a 16ª edição do concurso Comida di Buteco, que reúne 45 estabelecimentos, tem este ano o produto como tema.

– A produção incentivada pelo Frutificar se destaca pela qualidade, produtividade elevada e alto padrão comercial. A maior parte é o que chamamos de frutas de mesa, voltadas para consumo direto e não para processamento pela indústria – disse o secretário de Agricultura e Pecuária, Christino Áureo.

O Frutificar permite o acesso a novas variedades do produto e o aporte de modernas tecnologias por meio de linha de crédito específica para o financiamento de projetos de fruticultura irrigada. Até então, foram investidos R$ 40 milhões em financiamentos para a atividade, beneficiando 987 produtores, com a implantação de 3 mil hectares de frutas em todo o estado.

Fruta com maior volume de produção e área plantada no estado, o abacaxi se destaca, principalmente, no município de São Francisco do Itabapoana, no Norte Fluminense. São 6 mil hectares de lavouras. Em segundo lugar, vem laranja e limão, produzidos nas regiões das Baixadas Litorâneas e Noroeste.

Veterano no Comida di Buteco, David Bispo, proprietário do Bar do David, no Chapéu-Mangueira, no Leme, usou o abacaxi para criar o prato desta edição. O Estrela de David reúne costela de porco com geleia da fruta, pimenta e hortelã.

– Escolhi o abacaxi por ser uma fruta bem brasileira, que encontramos o ano todo e muito prática de usar na culinária, já que combina com tudo. Além disso, pensei na Estrela de David, usando como decoração do prato a coroa da fruta, que todo mundo descarta – explicou David, que participa pela quinta vez do evento e já recebeu prêmios.

Três bares participantes este ano estão instalados em comunidades pacificadas.



Fonte: Ambiente Rio - Ascom



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