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ICMBio da Paraíba intenciona aproveitar a energia solar para produzir energia elétrica

Compartilhe:     |  16 de junho de 2014

As instalações do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) na Paraíba terão energia solar. O projeto de energia elétrica, gerada a partir da Floresta Nacional (Flona) da Restinga de Cabedelo, foi aprovado junto ao Fundo Nacional sobre Mudança do Clima, do Ministério do Meio Ambiente (MMA), e deve entrar em vigor a partir do primeiro semestre de 2015. Elaborada pelos analistas ambientais da Unidade de Conservação (UC) Fabiano Gumier e Joseilson Costa, a proposta ficou em segundo lugar entre os seis projetos aprovados pelo edital MMA/FNMC nº 01/2014, divulgado no início do mês de maio.

A expectativa é que esse projeto, que visa aproveitar a energia solar para produção de energia elétrica, gere autossuficiência energética na Flona. “Buscaremos reduzir gradualmente os custos com energia elétrica até sua total eliminação. Vamos aportar energia para a rede de distribuição quando nosso consumo for inferior ao produzido pelo sistema”, contou o chefe da Floresta Nacional da Restinga de Cabedelo, Fabiano Gumier.

A proposta prevê a instalação de uma planta de geração de energia elétrica por meio de fotocélulas, que serão acopladas à rede de distribuição da ENERGISA, empresa concessionária responsável pela energia na Paraíba. O sistema é fotovoltaico, ou seja, quanto maior for a intensidade do sol maior será o fluxo de eletricidade obtido. O projeto tem o apoio técnico do Centro de Energias Alternativas e Renováveis (Cear) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

Para o professor doutor da Cear/UFPB, Zaqueu Ernesto da Silva, o sistema terá capacidade de 100 kWpico com uma produção anual estimada em 95 mil kWh de energia, evitando a emissão de 50.0 ton/ano de CO². A instalação foi orçada em aproximadamente R$ 400 mil.

Incentivo à pesquisa

A planta de geração servirá também como unidade de demonstração e divulgação do uso da energia solar no ambiente urbano. O objetivo é estreitar o contato da sociedade com as energias renováveis. A aplicação escolhida foi a mais útil, tanto para explicar de forma pedagógica os princípios de funcionamento quanto no quesito utilidade prática nos grandes estacionamentos de centros comerciais.



Fonte: Instituto CarbonoBrasil



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