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III Congresso Brasileiro de Reflorestamento Ambiental

Compartilhe:     |  5 de outubro de 2014

A ocupação do solo no Brasil ocorreu, historicamente, de forma predatória, em relação aos seus recursos naturais, através do desmatamento indiscriminado das áreas e sem o planejamento correto do uso do solo o que trouxe uma série de consequências econômicas, sociais e ambientais como redução da cobertura florestal natural e da biodiversidade, degradação do solo agrícola, assoreamento e poluição de cursos d’água, maior vulnerabilidade à enchentes e secas, entre outras.

As florestas nativas brasileiras, que cobrem cerca de metade do território nacional, apesar de ser aparentemente elevada, estão concentradas na Região Amazônica e sofrendo um processo de desmatamento. Os outros biomas, a exemplo da Mata Atlântica, possuem baixa cobertura florestal protegida, cerca de 10%, a maioria dispersa em pequenos fragmentos florestais.

Mesmo com toda a degradação afeta as florestas, muitas delas fragmentadas, os biomas brasileiros apresentam uma das maiores biodiversidades do mundo. Desta forma, é de extrema importância a conservação e a recuperação dos recursos florestais localizados em propriedades particulares como também em áreas protegidas pelo poder público. A reversão deste quadro de fragmentação é condição essencial para a manutenção e ampliação dos índices de biodiversidade.

As florestas ambientais possuem também um inestimável valor social e econômico na medida em que elevam o potencial turístico, reduzem a erosão do solo e elevam a infiltração de água com  consequente aumento na recarga hídrica. É uma reserva estratégica de material genético e fonte de produtos para o setor farmacológico, cosméticos e de biopesticidas, além da possibilidade de uso de produtos não madeiráveis como mel, flor, sementes, látex, castanhas, dentre outros.

Em sua terceira edição, o Congresso Brasileiro de Reflorestamento Ambiental pretende apresentar, debater e encaminhar propostas e soluções para diversos temas, focando na paisagem e florestas como conservadoras de água.

Assim, pretende-se realizar esse evento com o objetivo de aprimorar, estimular e divulgar conhecimentos técnico-científicos, bem como promover o intercâmbio entre profissionais que trabalham nos diversos setores ligados ao tema, tais como: professores, pesquisadores, extensionistas, fiscais, ambientalistas, estudantes de graduação e pós-graduação, produtores rurais, empresários, agentes de desenvolvimento, entre outros na busca de soluções para os desafios existentes no setor de florestas ambientais.

OBJETIVOS

– Ampliar e aprofundar o debate entre os diferentes segmentos ligados ao assunto sobre os principais problemas e alternativas de soluções para o desenvolvimento do setor;

– Conhecer as tecnologias e as experiências referentes à “produção de água“ pela paisagem e florestas ambientais;

– Conhecer as experiências de geração de renda com florestas ambientais;

– Conhecer o estágio atual e as novas estratégias na implantação e conservação de florestas ambientais.

Fonte: Reflorestamento Ambiental



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