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Lagoa terá píer e dois mirantes; obra de revitalização custará R$ 40 milhões

Compartilhe:     |  11 de julho de 2014

Foto: Evandro PereiraO Parque Solon de Lucena (Lagoa) está passando pela primeira grande revitalização em quase 100 anos. O último projeto desse porte elaborado para o local foi em 1924, feito pelo engenheiro Saturnino de Brito, que só foi executado na década de 30. Com a obra, o sonho de muitos paraibanos em reativar o local como um espaço de lazer está mais próximo de se tornar realidade. A primeira fase do projeto, já em obras, solucionou de imediato os problemas de inundação no período de chuva. As cenas clássicas de alagamento no Parque não foram registradas este ano.

No entanto, o projeto não é só isso. Essa etapa foi apenas o início da nova história da Lagoa. No local será construído um píer às margens da lagoa, um mirante para exercício e contemplação da natureza, área para apresentações artísticas, teatro de arena e área infantil. Após essa fase terá a construção de uma área para o comércio de artesanato e quiosques de alimentação.

Além disso, o projeto terá ainda a construção de uma área com quadra poliesportiva, vôlei de praia, pista de cooper, pista de skate, ciclovia, local para aluguel de bicicletas e esporte náuticos, como pedalinho, caiaques, canoagem e ainda o reflorestamento do Parque. Tudo isso com iluminação e segurança de alto padrão. O investimento total é de R$ 40 milhões.

O secretário de Planejamento, Rômulo Polari, explicou que a segunda etapa corresponde ao plano de urbanização. “João Pessoa voltará a ter um dos mais belos cartões-postais. A população ganhará mais que um espaço público, mas uma opção de lazer, descanso e contemplação da natureza. Pretendemos ainda implantar Memoriais dos grandes vultos da cultura paraibana”, contou. As obras desta etapa serão iniciadas ainda neste semestre.

Primeira etapa – A primeira etapa corresponde ao desassoreamento da Lagoa, construção de um muro de encosta e de um túnel para o escoamento das águas da Lagoa para o Rio Sanhauá, essas medidas visam à recuperação do seu leito natural. Mais de 10 mil metros cúbicos (m³) de material já foram removidos do fundo da Lagoa. Na obra está sendo utilizado o método não destrutivo, dessa forma viabiliza o processo e causa um menor impacto na sociedade e no tráfego de veículo na região.

Essa fase teve um custo de R$ 20 milhões e tem previsão de terminar em 12 meses. O projeto foi desenvolvido pela Secretaria de Planejamento da Prefeitura Municipal de João Pessoa (Seplan), mas conta com a participação das secretarias municipais de Meio Ambiente (Semam), Infraestrutura (Seinfra) e Desenvolvimento Urbano (Sedurb).



Fonte: MaisPB - Com Secom-PMJP



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