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Manejo sustentável realizado pela Suzano registra 1,2 mil espécies em MS

Compartilhe:     |  5 de julho de 2020

O manejo sustentável realizado pela Suzano em suas florestas tem contribuído para a preservação da biodiversidade em Mato Grosso do Sul. Segundo a empresa, foram catalogadas 1.208 espécies da fauna e flora da região em suas áreas de operação. Vinte e oito delas estão ameaçadas de extinção, seguindo os critérios do União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN).

De acordo com o monitoramento, dentre as espécies catalogadas, estão: 485 diferentes plantas nativas; 383 espécies de aves – o que corresponde a 47% das espécies do Cerrado, segundo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), 103 artrópodes, 79 espécies de mamíferos, 62 de répteis, 55 de peixes e 41 espécies de anfíbios.

“O programa de monitoramento da fauna e da flora da Suzano teve início em 2007 e, desde então, estamos registrando uma série de conquistas. Percebemos, ao longo dos anos, o crescimento no número de espécies, identificação de novos registros e a permanência dessas espécies nas florestas. Estes são importantes indicadores de que o nosso trabalho de manejo para favorecer a biodiversidade está gerando bons resultados”, ressalta Renato Cipriano Rocha, coordenador de Meio Ambiente Florestal da Suzano em Mato Grosso do Sul.

Na lista das espécies em risco de extinção pela IUCN catalogadas pela empresa, estão desde aves como mutum-de-penacho e águia-cinzenta  à mamíferos, como cervo-do-pantanal , duas espécies de gatos-do-mato, tamanduá-bandeira,  tapiti, ariranha e anta. Ao todo, as florestas presentes das áreas da Suzano reúnem três espécies de aves, nove de mamíferos e dois de répteis em diferentes graus de ameaça de extinção.

Seguindo os critérios do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), as espécies em risco de extinção monitoradas nas florestas da empresa incluem ainda a onça-pintada, onça-parda e o lobo-guará , entre outros. Algumas dessas espécies, como o tamanduá-bandeira, a anta e a queixada – também ameaçada de extinção -, só são encontradas em áreas preservadas.

Programa De olho no bicho

Além do monitoramento da biodiversidade em suas florestas, a Suzano mantém também o programa “De olho no bicho”, que visa promover a conscientização ambiental entre os colaboradores da empresa. Dentre as ações do programa, está o registro fotográfico, ou por vídeo, de animais silvestres nas áreas da empresa.

Ao todo, a iniciativa resultou em 490 registros de animas silvestres feitos por colaboradores. “Estes avistamentos não fazem parte do programa de monitoramento. São registros feitos voluntariamente por funcionários dentro do projeto de conscientização ambiental. Não há obrigatoriedade, mas o que podemos perceber é que os registros estão crescendo, o que pode ser devido tanto ao aumento dos animais quanto à maior participação dos colaboradores, ambos igualmente importantes para o nosso objetivo de proteção à biodiversidade”, explica Renato.

Entre os avistamentos feitos neste ano, a empresa estaca o de uma jaguatirica com seu filhote. Embora não seja classificada como ameaçada de extinção pelos critérios do Ibama e IUCN, a sua população está em declínio e o fato de estar com um filhote reforça as condições de conservação nas florestas, favoráveis para a reprodução da espécie.



Fonte: Canal Rural



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