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No Dia Mundial do Habitat, ONU aborda gestão dos resíduos nas cidades

Compartilhe:     |  9 de outubro de 2019

Os resíduos podem ter um efeito devastador na saúde pública, no meio ambiente e no clima, mas a inovação e a tecnologia de ponta podem fornecer soluções melhores e mais baratas para este desafio, além de ajudar cidades e comunidades a ver os resíduos como uma oportunidade de negócios. Esta foi a mensagem que marcou o Dia Mundial do Habitat, lembrado na última segunda-feira (7), cujo foco foi o gerenciamento de resíduos.

“Temos de reduzir a quantidade de resíduos que produzimos”, afirmou o secretário-geral da ONU, António Guterres, em comunicado. “E, ao mesmo tempo, comece a vê-lo como um recurso valioso que pode ser reutilizado e reciclado, inclusive para energia.”

Os resíduos podem ter um efeito devastador na saúde pública, no meio ambiente e no clima, mas a inovação e a tecnologia de ponta podem fornecer soluções melhores e mais baratas para este desafio, além de ajudar cidades e comunidades a ver os resíduos como uma oportunidade de negócios. Esta foi a mensagem que marcou o Dia Mundial do Habitat, lembrado nesta segunda-feira (7), cujo foco foi o gerenciamento de resíduos.

“Temos de reduzir a quantidade de resíduos que produzimos”, afirmou o secretário-geral da ONU, António Guterres, em comunicado. “E, ao mesmo tempo, comece a vê-lo como um recurso valioso que pode ser reutilizado e reciclado, inclusive para energia.”

Para a ocasião, o Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos (ONU-HABITAT) lançou a campanha “Waste Wise Cities”, cujo objetivo é enfrentar os crescentes desafios de lidar com os resíduos sólidos.

Como parte da campanha, as cidades são convidadas a confirmar seu compromisso de defender um conjunto de princípios. Eles incluem avaliar a quantidade e o tipo de resíduo, melhorar a coleta, garantir que as cidades sejam ambientalmente seguras e implementar esquemas de aproveitamento dos resíduos para gerar energia.

A campanha observa que lidar com resíduos consome uma proporção significativa do orçamento da cidade e que a gestão de resíduos não está sendo suficientemente financiada. As chamadas “tecnologias de fronteira”, no entanto, podem fornecer respostas econômicas para o problema de como limpar as cidades.

Exemplos incluem automação e inteligência artificial que, quando usadas em conjunto, podem ajudar a classificar os recicláveis ​​com mais eficiência. A embalagem inteligente é outra solução em potencial, usando sensores para ajudar a reduzir a quantidade de alimentos jogados fora e novas tecnologias inovadoras que podem transformar resíduos orgânicos em energia renovável.

A tecnologia também oferece uma oportunidade para as cidades mais novas e de rápido crescimento nos países em desenvolvimento “ultrapassarem” as cidades mais antigas, aproveitando as soluções mais recentes e evitando métodos mais estabelecidos, mas menos eficientes.

O uso eficaz dessas ferramentas, disse o chefe da ONU nesta segunda-feira, pode nos ajudar a construir cidades bem planejadas e gerenciadas com inteligência, que podem nos orientar para o crescimento inclusivo e o desenvolvimento com baixas emissões.

Os benefícios potenciais das tecnologias de fronteira para os países em desenvolvimento são descritos na Pesquisa Econômica e Social Mundial das Nações Unidas em 2018, que concluiu que elas podem ajudar o mundo a mudar para melhor e alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e abordar as mudanças climáticas.

O estudo também alerta que a introdução generalizada dessas ferramentas deve ser acompanhada de políticas apropriadas e eficazes, para ajudar os países a evitar armadilhas e minimizar os custos econômicos e sociais da inovação tecnológica.



Fonte: ONUBr



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