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O fim da pirâmide alimentar: foco deve ser nível de processamento dos alimentos

Compartilhe:     |  30 de setembro de 2018

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que cada país crie uma cartilha para mapear, entender e então orientar a sua população a se alimentar de maneira saudável. O Brasil tem um dos mais bem-feitos e elogiados documentos do tipo: é o Guia Alimentar para a População Brasileira, disponível para download gratuito no site do Ministério da Saúde. O Guia traz uma maneira nova de olhar para a classificação dos alimentos. Em vez da antiga pirâmide alimentar, a abordagem atual leva em conta o nível de processamento dos alimentos: dá sinal verde para aqueles encontrados da mesma forma que na natureza e vermelho para os preparados na fábrica. Complicado? Veja alguns exemplos, de acordo com o nível de processamento:

In natura e minimamente processados – Frutas, legumes, verduras, ervas frescas, ovos, carne, leite, farinhas, arroz, leguminosas, massas.

Processados – Queijos, pães frescos, carne-seca, atum e sardinha em lata.

Ultraprocessados – Lasanha e nuggets congelados, macarrão e sopa instantâneos, refrigerantes, bolacha recheada, sorvete, mistura para bolo.

Ingredientes culinários – São aqueles fabricados a partir do alimento in natura, usados para cozinhar e temperar as receitas, como sal, banha de porco, óleos, manteiga, açúcar, vinagre.

Falta tempo para cozinhar? A nutricionista Paola Preusse, do blog Maternidade Coloridae colunista da CRESCER, dá dicas. A primeira é higienizar frutas, verduras e legumespreviamente. “Assim que chego da feira, já lavo as folhas; cozinho as verduras, cereais e leguminosas. Além disso, deixo as frutas com casca comestível já higienizadas na fruteira e, as grandes, como melancia e melão, picadas em potes de vidro na geladeira”, conta. Para ela, o congelador é um aliado dos pais. “Congelo o que for possível: feijão, carnes, molhos”, diz. Daí, é só chegar em casa e acrescentar alguma coisa fácil de preparar, como um purê fresquinho ou uma salada e pronto!



Fonte: Revista Crescer



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