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Pesquisadores desenvolveram novos métodos para diagnosticar distúrbios do sono

Compartilhe:     |  14 de outubro de 2014

A respiração se torna mais intensa, espasmos musculares se espalham pelo corpo: existem alguns indícios que permitem deduzir se uma pessoa está em vias de pegar no sono. No entanto, em termos de pesquisa médica, estes sinais são insuficientes e dizem muito pouco sobre a questão, que sempre esteve envolta em subjetividades e imprecisões.

Em um artigo publicado semana passada no periódico PLOS Computational Biology, um grupo de pesquisadores do Massachusetts General Hospital descreveu novas técnicas que devem fornecer aos médicos informações bem mais consistentes sobre o tema.

A equipe desenvolveu um modelo estatístico e testes comportamentais para rastrear o processo dinâmico do adormecimento. Além do aspecto psicológico, foram levados em conta variações na atividade cerebral e outros sinais fisiológicos que indicam alterações no estado de vigília. A principal descoberta foi que não importa tanto quando alguém adormece, mas sim como o processo ocorre – o que pode variar de pessoa para pessoa.

“Em última análise, métodos como estes podem aprimorar muito a habilidade dos clínicos em diagnosticar distúrbios do sono e em medir mais precisamente os efeitos de drogas para dormir e outras medicações”, explicou o doutor Michael Prerau, principal autor do estudo, ao site EurekAlert.

Os pesquisadores substituíram o procedimento padrão que faz o monitoramento através de sons que perturbam o sono por um novo, centrado na respiração. Alguns voluntários, inclusive, mantiveram o mesmo ritmo respiratório, mesmo que de acordo com as classificações atuais já estivessem adormecidos, sugerindo que a questão é mais complexa do que se pensa.



Fonte: Revista Galileu



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