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Pimenta malagueta pode reduzir risco de morte em até 25%, diz estudo

Compartilhe:     |  14 de novembro de 2020

Por Redação da Menu

Comer pimenta malagueta pode fazer você viver mais, de acordo com um estudo que apresentado em um evento da American Heart Association (Associação de Cardiologia dos Estados Unidos).

De acordo com o levantamento, pesquisas anteriores já indicavam que a capsaicina, composto químico responsável pelo ardido do alimento, tem propriedades anti-inflamatórias, antioxidantes e até anticâncer.

Os autores do novo estudo então acessaram bancos de dados de saúde e cruzaram os dados de mais de 4.700 pesquisas já feitas no mundo todo sobre o consumo de pimenta malagueta.

No total, foram analisadas informações sobre os hábitos alimentares de mais de 570 mil pessoas da China, Estados Unidos, Irã e Itália.

Os pesquisadores então compararam a saúde das pessoas que comem pimenta malagueta frequentemente com a daquelas que raramente ou nunca incluem o ingrediente em suas receitas.

Os dados indicaram que, entre aqueles que consomem o alimento regularmente, o risco de morte por doenças cardiovasculares é 26% menor, enquanto o risco de morte por câncer é 23% menor.

Já a probabilidade de morrer por qualquer outro problema de saúde entre esse grupo é 25% menor, em comparação com aqueles que não ingerem pimenta malagueta regularmente.

O líder da pesquisa, o cardiologista Bo Xu, no entanto, disse que é preciso realizar mais pesquisas para confirmar a tese e entender melhor o papel da capsaicina na saúde de seres humanos.

Ele destacou que alguns fatores ainda não estão claros, como a quantidade e frequência de pimenta que deve ser consumida para obter benefícios à saúde.



Fonte: Revista Menu



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