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Saiba porque você precisa proteger sua pele da radiação luz azul

Compartilhe:     |  18 de julho de 2020

Cuidar da beleza de uma maneira consciente é pensar de forma sistêmica, ou seja, para além de tratamentos, fórmulas e rotinas. Quanto mais reduzimos atitudes que impactam negativamente na pele, por exemplo, menos precisamos de produtos. E entre tantas, o confinamento trouxe um insight: as horas que passamos em frente ao celular ou computador.

E não importa se é pelo trabalho ou pelo prazer de dar aquele scroll básico pelo feed de Instagram entre um intervalo e outro, tá? Infelizmente os efeitos são os mesmos. Tudo isso porque a luz azul, também chamava de visível, aquela que sai dos aparelhos eletrônicos, tem uma relação íntima com o surgimento de manchas e envelhecimento precoce.

“Os efeitos desse tipo de luz na pele é parecido com o UVA, radiação também curta quando comparada com o UVB, ambas tendo fonte o sol. Elas atuam tanto no processo de pigmentação da pele quanto no envelhecimento precoce, pois há uma relação com morte celular, processos inflamatórios e estresse oxidativo”, explica a dermatologista Patricia Silveira.

Mas se, salvo um detox digital ou outro, é quase impossível ficar longe do celular, o que fazer? A maioria dos dermatologistas, não à toa, indicam o uso de filtro solar em ambientes internos. Melhor ainda se eles foram na versão com cor, para criar uma camada física de proteção.

Se você não tem, vale aderir aos filtros físicos (opção mais sustentável) e até a uma boa camada de bbcream ou base (de fórmula limpa e natural, que inclusive tem ingredientes que deixam a pele mais resistente, como óleos vegetais e argilas) para criar esta barreira física durante o home office. Foi o que eu passei a fazer desde que li os estudos sobre o impacto da luz azul na pele. Porque, acreditem, a pandemia dobrou nosso tempo junto aos aparelhos eletrônicos.

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E ainda vale aderir a um reforço de proteção digital por meio de aplicativos que alterem a intensidade das telas. O iPhone oferece a função Night Shift que coloca as cores da tela mais quentes, por exemplo. Já o Lux Auto Brightness permite que você defina perfis de brilho para o Android, mas também conta com um recurso que poucos consumidores conhecem: o filtro vermelho. Com eles você reduz o impacto da luz azul na pele e deixa a leitura mais confortável à noite. Que tal testar?



Fonte: Revista Glamour - MARCELA RODRIGUES



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