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Práticas em recuperação de áreas degradadas são apresentadas a alunos da FAJ

Compartilhe:     |  5 de setembro de 2014

Alunos da disciplina de Recuperação de Áreas Degradadas, da professora Adriana Martins, do Curso de Engenharia Ambiental da Faculdade de Jaguariúna (FAJ) participam de dia de campo sobre recuperação de áreas degradadas – técnicas e monitoramento, coordenado pelos pesquisadores da Embrapa Meio Ambiente (Jaguariúna, SP) Joel de Queiroga e Katia Braga, em 6 de setembro, das 8 às 12h, no Sítio Agroecológico na própria Unidade.

Após a apresentação da programação, começa a visita técnica às tecnologias do Sítio, espaço com ações intra e interinstitucionais de pesquisa participativa e troca de saberes em agroecologia.

Implantado em 2008, em uma área de pastagem degradada, o Sítio apresenta tecnologias voltadas à agricultura familiar visando a conservação e a melhoria da qualidade do solo, a restauração florestal, o aumento da biodiversidade, a produção e a diversificação de alimentos agroecológicos e a conservação dos recursos naturais.

Conforme Kátia Braga, essa atividade irá possibilitar aos alunos de graduação conhecer e avaliar in loco diferentes métodos e técnicas que podem ser aplicados à recuperação de áreas degradadas, desenvolvendo atividades de diagnóstico e monitoramento dos impactos gerados por essas tecnologias.

Na segunda parte, serão realizadas atividades práticas visando a elaboração do diagnóstico ambiental da Área de Preservação Permanente e no encerramento do Dia de Campo, será feita uma avaliação das atividades desenvolvidas.

Conforme a professora Adriana Martins, “o curso de Engenharia Ambiental prepara os alunos para exercer a profissão em diversas áreas e entre elas está a Recuperação de Áreas Degradadas. Nessa disciplina, cursada no oitavo semestre, o aluno aprende a identificar os motivos que levaram as áreas a se degradarem e os métodos que podem ser utilizados para interromper esse processo e revertê-lo”.

“O desmatamento de matas ciliares, isto é, adjacente a um recurso hídrico, é hoje no Brasil uma das principais causas de formação de áreas degradadas. Estas áreas são protegidas pelo Novo Código Florestal e devem ter sua vegetação restaurada”, enfatiza.

Essa visita apresentará aos alunos diversas técnicas utilizadas na restauração florestal, com o uso dos adubos verdes e o Sistema Agroflorestal que o Novo Código Florestal autoriza nas Reservas Legais destinadas a conservação e geração de renda nas propriedades.

Na visita técnica, após apresentação do sítio, os alunos se organizarão em grupos e avaliarão a Área de Preservação Permanente por meio da conformidade com seus limites físicos, diagnóstico ambiental, densidade de indivíduos arbóreos plantados e a avaliação dos regenerantes naturais conforme as legislações do estado para recomposição e monitoramento de projetos de restauração ecológica, SMA32 de 2014.



Fonte: Fonte: Embrapa Meio Ambiente - Cristina Tordin



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