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Processador: qual cérebro o computador precisa para fazer o que você manda?

Compartilhe:     |  29 de novembro de 2020

AMD ou Intel? Qual usar? Qual a diferença entre eles? Por que tanta rivalidade? Será que você pode se arrepender?

E aí sempre lançamos “la pergunta mágica”: “mas você sabe o caminho que quer ir? Como quer usar seu equipamento?”

Vamos explicar bem bonitinho item por item até você chegar à conclusão de ouro de qual quer comprar, qual realmente precisa e qual realmente quer.

Para começar, um pouquinho da Intel, como ela surgiu e como anda seus processadores.

A Intel foi fundada em 1968, lá nos Estados Unidos, e seu nome é o conjunto das palavras “integrado” e “eletrônico” em inglês.

Ela foi a primeira a desenvolver chips de memória e também de microprocessadores, além de ser a segunda maior fabricante de chips, só perde para a Samsung.

Quando surgiu era conhecida como uma empresa de semicondutores (materiais que fazem a condução mediana de energia dentro da placa-mãe). Hoje em dia, após tanto progresso e investidas, a empresa é reconhecida como uma empresa multinacional e de tecnologia.

Mas como funciona um processador?

Bom, o processador é o cérebro do equipamento. Nele são feitos todos os cálculos necessários para realizar as atividades que você pede quando clica em algo no seu equipamento e efetua um comando. Independente do que você faça, tudo passa pelo processador para mandar executar a função.

E quando essas informações chegam ao processador, são lidas primeiramente em 0 e 1. Após o “cérebro” calcular e verificar quais atitudes tomar, aí sim as informações são passadas pelos outros componentes e executadas na tela do seu equipamento.

E como funcionam seus processadores?

Vou começar pelos mais populares, conhecidos por todes, e mais usados.

Como falei acima, o processador é um cérebro que executa cálculos de processamento de informações em 0 e 1, correto?

O processador Dual Core significa que tem dois cérebros que executam a função de cálculo de processamento.

O processador I3 significa que o processador tem entre 2 até 3 cérebros de execução dos cálculos, porém varia da geração de fabricação do processador a quantidade de cérebros.

O processador I5 significa que tem de 5 até 6 cérebros de execução de cálculos, porém, relembrando, varia da geração do processador

O processador I7 significa que esse processador tem entre 7 a 8 cérebros de execução para cálculos, que também varia conforme a geração do equipamento.

E temos o lançamento recente do I9, que tem entre 6 a 10 cérebros de execução de cálculos, mas conforme a geração vai variando os cérebros.

Lembrando que estou usando linguagem acessível. Caso queira mostrar que manja um pouco mais, pode falar que cada processador tem variações de núcleos internos, conforme a capacidade de execução e segmentos, além da diferenciação de gerações.

A família dos processadores da Intel é superconhecida, popular e está na maioria dos computadores pessoais do mundo todo.

Pensa só: o mundo tem mais de 5 milhões de notebooks e na sua grande e esmagadora maioria são da Intel. Essa aí sabe muito bem como chegar com impacto e em todo canto do planeta. Se bobear, no espaço deve ter coisas da Intel.



Fonte: Tilt - Uol



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