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Projetos de manejo de flora garantem o cultivo sustentável das sempre-vivas no Alto Jequitinhonha

Compartilhe:     |  28 de maio de 2016

Nos confins dos Gerais, dezenas de comunidades extrativistas se espalham por pradarias repletas de sempre-vivas (da família Eriocaulaceae), cuja maioria das espécies é endêmica da Serra do Espinhaço. Colhida durante o ano todo, a planta é um marco da economia de subsistência no Alto Jequitinhonha.

De Serro a Diamantina, cerca de três mil famílias se ajustam a uma mesma cadeia produtiva. O biólogo do Instituto Pauline Reichstul, Renato Ramos, esclarece que pelo menos 20 municípios localizados entre as Serras Negra e do Cabral estão envolvidos direta ou indiretamente com a atividade.

“O mercado de flores ornamentais gera renda para a população desde o início do século passado”, diz. “O pico da comercialização foi na Segunda Guerra Mundial, quando as flores eram utilizadas para a fabricação de arranjos fúnebres”, esclarece.



Fonte: National Geographic Brasil - Carolina Pinheiro



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