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Rio seria quatro vezes mais quente se não houvesse a Floresta da Tijuca

Compartilhe:     |  28 de fevereiro de 2015

Encantos! De uma cidade entre o mar e as montanhas do Parque Nacional da Tijuca – um tesouro que só o Rio tem. A cascatinha é uma das maiores e mais conhecidas quedas d’água do Parque Nacional da Tijuca, mas ali pelo meio do século XIX ela e outras fontes do parque secaram.

A mata deu lugar à agricultura. Foi Dom Pedro II quem percebeu que o desmatamento acabou com a água e mandou replantar as árvores. A água voltou e ganhamos a maior floresta urbana do mundo plantada pelo homem.

“É um caso realmente interessante como exemplo do que a gente poderia fazer em outras áreas do país. Acho que a floresta é uma parte fundamental até da alma do carioca”, palavras do Ernesto Viveiros de Castro, chefe do Parque Nacional da Tijuca.

Ernesto comanda a equipe do Instituto Chico Mendes, que protege a mata. Com ele, a equipe do Globo Repórter subiu até o pico da Tijuca – o segundo ponto mais alto da cidade.

“Existem estudos mostrando que a temperatura da cidade ia ser de 3 a 4 graus mais quente se não houvesse a floresta do maciço da Tijuca”, conta o chefe do Parque Nacional da Tijuca Ernesto Viveiros de Castro.

No topo, são 1.021 metros de altitude, e a vista de cima mostra toda a beleza da mata preservada, aos pés da nossa maravilha do mundo moderno.



Fonte: Globo Repórter



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