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Ruivos podem entrar em extinção devido ao aquecimento global

Compartilhe:     |  31 de julho de 2014

Um dos maiores problemas enfrentados pela Terra nos últimos anos, o aquecimento global tem consequências que parecem não ter fim. Dados comprovam que o planeta está mais quente, década após década. No entanto, ainda faltam pesquisas definitivas sobre os reais danos a longo prazo.

Neste contexto, além do derretimento de geleiras, elevação dos mares, secas, maior incidência de terremotos, tsunamis e outros desastres naturais, alguns problemas mais sutis vêm sendo descobertos pela ciência. Apesar de não ser mais novidade, o desaparecimento de espécies animais ainda assusta e chama a atenção de especialistas. No entanto, agora, outra extinção movimenta a comunidade científica: a de pessoas ruivas.

Atualmente, estima-se que aproximadamente 2% da população mundial tenha cabelos avermelhados. Na Escócia, esse percentual é maior e atinge 13% da população. Dados revelam, ainda, que cerca de 40% dos escoceses tem o gene. De acordo com cientistas, a maior incidência de ruivos na região é causada pela presença de um céu mais nublado. Ou seja, a mutação do gene recessivo que produz cabelos avermelhados e pele clara acontece devido à baixa luminosidade do ambiente onde a pessoa está inserida, o que faz com que ela produza grandes quantidades de vitamina D.

Com a previsão de aumento das temperaturas pelos próximos anos, a estimativa é de que os dias sejam mais ensolarados e que haja cada vez menos nuvens no céu, impactando, assim, diretamente no gene recessivo. Com isso, será cada vez menor a quantidade de pessoas ruivas. Além disso, outra previsão assusta: os olhos azuis também entrarão em extinção. Isso porque, o gene não está adaptado a um clima quente.

Apesar dessas teorias, a comunidade científica não está em total alerta, já que como se trata de mutação genética, o processo de desaparecimento deve levar centenas de anos para se completar. Outro ponto que faz com que os especialistas não estejam tão preocupados é o fato de ainda não existirem pesquisas e estudos que possam fundamentar essas suposições.



Fonte: Pensamento Verde



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