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Terras alagadas e áreas de veredas fazem de Bonito de Minas um oásis

Compartilhe:     |  14 de dezembro de 2014

São 6.100 hectares de terras alagadas, área vinte vezes maior que o Parque das Mangabeiras, em Belo Horizonte. Único pântano de Minas, o Rio Pandeiros, considerado o berçário do Rio São Francisco, é um oásis em meio à paisagem árida da Região Norte. Segundo a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), é no leito calmo do Pandeiros e de seus afluentes que ocorre a reprodução de cerca de 70% dos peixes do Velho Chico, que nadam contra a correnteza para desovar na cabeceira do curso d’água, num fenômeno conhecido como piracema.

A porta de entrada desse paraíso ecológico é a pequena cidade de Bonito de Minas. Balneários, como o do Catulé, e o complexo de cachoeiras do Gavião são um convite ao relaxamento nas águas cristalinas e também aos esportes de aventura nas várias corredeiras. Além da riqueza hídrica, o município abriga grandes planícies de veredas, com plantas típicas do Cerrado brasileiro, como o buriti, o jatobá e o barbatimão.

O nome da cidade já dá uma pista: trata-se de uma terra de muitas belezas. Mas Bonito de Minas supera as expectativas. Em seu calmo centro, o destaque é a Igreja do Bom Jesus, a mais antiga do município, inaugurada em 1939. A construção do templo ocorreu dois anos depois da fundação do povoado, em um ponto de repouso para os tropeiros que transitavam entre os estados de Minas e Goiás. Inicialmente batizado de Lagoa do Barro, o lugarejo era um distrito de Januária. A emancipação política só ocorreu em 1995, o que faz de Bonito de Minas uma das mais jovens cidades do estado.



Fonte: Planeta Sustentável



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