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Testes em animais, desatualizados e imprecisos, estão prestes a se tornar coisa do passado

Compartilhe:     |  18 de outubro de 2019

Até 2035 a Agência de Proteção Ambiental dos EUA deixará de exigir testes em animais com os produtos químicos que supervisiona.

Esta é uma notícia que, certamente, deixa os ativistas e simpatizantes da causa animal bem felizes: até 2035 a Agência de Proteção Ambiental dos EUA deixará de exigir testes em animais com os produtos químicos que supervisiona.

Estima-se que todos os anos milhares de animais morram enquanto servem de cobaias para testes de produtos químicos e pesticidas regulamentados pela EPA (sigla em inglês para Agência de Proteção dos Estados Unidos). A Agência já havia aprovado uma legislação para reduzir os testes em animais em algumas situações, sendo esta a proibição mais abrangente até o momento.

Alguns especialistas argumentam que os testes em animais estão desatualizados, são demorados e, às vezes, imprecisos. A EPA espera que esta proibição ajude a pressionar para o uso de meios mais modernos de testes, sem a necessidade de utilizar animais. A própria EPA divulgou que investirá mais de quatro milhões de dólares para apoiar o desenvolvimento de metodologias de teste de alta tecnologia, sem a necessidade de usar animais.

Que esta iniciativa inspire outros centros de pesquisa a adotarem técnicas menos invasivas, que preserve a vida dos animais e não coloque em risco a saúde humana.



Fonte: Pensamento Verde - Fernanda Correia



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