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Turismo comunitário: um caminho possível para as Unidades de Conservação

Compartilhe:     |  15 de julho de 2014

Nas últimas semanas, o WWF-Brasil promoveu um intercâmbio com o objetivo de disseminar o turismo de base comunitária. Nesta modalidade de turismo, as comunidades ribeirinhas da Amazônia –  ou demais comunidades locais, podem oferecer atividades e serviços ligados ao seu dia-a-dia , como visita a casas de farinha, cachoeiras, roçados; além de refeições, comidas e bebidas típicas do local visitado.

Durante o intercâmbio promovido pelo WWF-Brasil, sete moradores da Barra de São Manoel, uma pequena comunidade situada ao Sul do Amazonas, nas proximidades do Parque Nacional do Juruena, visitaram três comunidades- uma no interior da Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns e duas dentro do Projeto de Assentamento Agroextrativista (PAE) do Lago Grande, no Pará.

Nessas visitas, os comunitários participaram de atividades como almoços e jantares tradicionais, trilhas na floresta, conheceram os processos produtivos das comunidades paraenses e visitaram centrais de produção de artesanato – item de muito interesse dos turistas que vão à Amazônia.

Houve ainda momentos de conversa, em que os anfitriões contavam a história de suas comunidades, os desafios que elas enfrentaram e como o turismo foi, e tem sido utilizado, como instrumento de geração de renda e organização social.

A proposta era que os moradores do entorno do PN Juruena pudessem ter contato com outras experiências de como colocar em prática algumas atividades relacionadas ao turismo de base comunitária – e assim aliar a obtenção de renda com a manutenção de seus costumes e a conservação da natureza.


A Barra de São Manoel é uma comunidade próxima do Parque Nacional (Parna) do Juruena. Foto: WWF-Brasil / Zig Koch



Fonte: WWF Brasil - Laboratório de UCs



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