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Você aperta muito o seu bebê? Estudo sugere jeito de dar o abraço perfeito

Compartilhe:     |  17 de junho de 2020

Tem horas que só mesmo um bom abraço acalma, não é mesmo? Com os bebês, então, que não sabem falar, nem expor seus sentimentos, a não ser pelo choro, o contato físico tem um papel importantíssimo, inclusive para as conexões cerebrais. Mas saiba que não é qualquer abraço. Existe um jeito certo de fazer isso. Pelo menos segundo um estudo, realizado por cientistas da Universidade de Toho, no Japão e publicado no jornal Cell.

Será que você aperta demais? Ou será que aperta de menos? O time de pesquisadores comparou as reações de vários bebês para entender melhor quais são os efeitos de cada tipo de abraço. Para avaliar o resultado, a taxa de batimentos cardíacos das crianças eram analisadas, enquanto elas passavam pelos braços de pessoas adultas voluntárias, que tinham sensores de pressão colocadas nas mão, para que os cientistas pudessem medir a intensidade do abraço.

O resultado foi que os bebês se acalmavam mais quando recebiam abraços de pressão média do que quando eram simplesmente segurados no colo. Mas apertar demais também não é uma boa ideia, porque os pesquisadores avaliaram que quando isso acontecia, os efeitos de calma eram reduzidos. O ideal, segundo o estudo, é apertar o bebê com uma pressão média, por um tempo que varie entre 20 e 30 segundos.

Os pesquisadores também avaliaram a diferença dos efeitos do abraço, dependendo de quem dá. A resposta, desta vez, é o que já sabíamos: os bebês ficavam mais calmos quando eram abraçados pelos pais do que quando eram abraçados por pessoas desconhecidas, ainda que os voluntários seguissem o “protocolo do abraço perfeito”, com pressão média e duração de 20 a 30 segundos.

E você? Já abraçou seu filho hoje?



Fonte: Revista Crescer



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